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domingo, 17 de março de 2013

Regressão de memória


Qual é o propósito principal da Terapia de Regressão?
Seu objetivo principal é resgatar um ou mais fatos ocorridos com a pessoa e que por algum motivo ela esqueceu ou reprimiu.
Assim que a pessoa começa por meio da terapia a alcançar e a se conscientizar dos fatos ocorridos, os sintomas que a incomodam no presente tendem a desaparecer. Como por exemplo uma depressão, uma dor que não melhora embora já tenha sido avaliada, mesmo tomando medicamentos devidamente receitados pelo médico. Esse pode estar sendo um sintoma de algo guardado nos seus arquivos de memória. Uma dificuldade em falar em público, medo de alturas, medo de tantas outras coisas que as vezes as pessoas não se apercebem que são empecilhos para seu crescimento na vida.
A Terapia de Regressão não segue exatamente esse ou aquele método ou filosofia, são inúmeras as técnicas de Regressão. Nem é portanto necessário que  pessoa acredite! Pois é uma ciência que busca apenas levar a pessoa em terapia a abrir esses arquivos e redirecioná-los de uma forma positiva. Não há portanto perigo como muitos pensam, de que a pessoa ficará aprisionada no passado, ou no futuro. Todas as técnicas que o ajudará a rememorar os fatos quer sejam nesta ou em vidas anteriores, também o ajudarão a fazer as devidas correções. As lembranças de algo que estava adormecido irá produzir alterações energéticas nos campos emocional e mental, trazendo ao corpo físico alívio das dores que também se manifestam primariamente das emoções como tristeza, angústia, sentimentos de vazio interior e muito mais.
Numa sessão de Terapia de Regressão o terapeuta é tão somente o facilitador dessa experiência, que não ocorre como muitos pensam de forma abrupta, mais com um relaxamento antecipado e quando necessário são realizadas sessões mais suaves onde a pessoa vai se lembrando gradativamente dos fatos e ao mesmo tempo obtendo compreensão dos acontecimentos sem ter que passar pela regressão mais profunda. O número de sessões é determinado pelo grau de entendimento que a pessoa tem ou vai ganhando a partir do primeiro encontro. Já tive experiência com pessoas que em uma única sessão pode entender e resolver as dificuldades e questões que o estavam atormentando e o tornando cada dia mais infeliz e sem reação diante da sua própria vida. Muitos que sofrem com complexo de inferioridade por ex, quando levados a essa terapia, se lembram facilmente do momento em que gravou em seus arquivos uma fala, uma conversa ou mesmo ouviu diretamente de seus amigos, ou pais, professores algo que o magoou  profundamente. Conforme foi crescendo essa mensagem ficou escondida em sua mente, enviando mensagens em forma de emoções e sentimentos. se tornando uma âncora, que é acionada quando menos espera. causando lhe desconforto e esse complexo de inferioridade vem a tona.
Inúmeros são os casos que podem ser trabalhados e que podem ser tradados com a Terapia de Regressão. Porém deve se procurar um terapeuta com formação e entendimento nessa área que entenda não só das técnicas de indução, mais que conheça também todas as abordagens possíveis para poder ajudá-lo nesse processo, o terapeuta de regressão deve saber sobre vidas passadas, e muitas outros ensinamentos, o que não é necessário ao praticante ou a pessoa que está passando pela terapia. Porém, sempre digo que o Saber, o Conhecer nunca irá ser demais. Então, busque ler mais sobre o assunto, pesquise e poderá entender como funciona vários métodos e abordagens, pois ficaria inviável aqui descrevê-los todos.
Qualquer que seja seu problema, busque sempre primeiro uma compreensão interior, por meio do autoconhecimento. Estamos aqui e agora para sermos felizes, temos tudo que precisamos para ter saúde, para ter bons relacionamentos, uma família completa, o trabalho que nos traga não só ganhos financeiros como uma satisfação e prazer. 
Pense nisso meus queridos e busquem o caminho que o levará ao encontro consigo mesmo; e achará um mundo imenso e eterno com todas coisas de que você precisa para ser cada dia mais próspero, abundante, saudável e criativo em tudo que você fizer.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Síndrome da Ressonância Vibratória com o Passado



As síndrome de ressonâncias vibratórias com o Passado são: 
Lembranças sugestivas de outras encarnações que fluem dos arquivos de memória e sugerem a existência de arquivos perenes situados em campos multidimensionais dentro do psiquismo humano. Com isso, fica evidente a existência de estruturas e memórias que preexistem ao berço e sobrevivem ao túmulo, independentemente do cérebro material. Espírito eterno que somos, guardamos em nossos arquivos de memórias todas as vivências, sensações e emoções experimentadas nas encarnações anteriores com todo seu colorido.
Assim, podemos definir “ressonância vibratória com o passado” como sendo um “estado alterado de consciência” que produz vislumbres fugazes (flashes ideoplásticos) de fatos vivenciados em outras existências e que, em certas circunstâncias, emergem do psiquismo de profundidade. Se a ressonância é de caráter positivo, expressando a recordação de um evento agradável, não desperta maior atenção, confundindo-se com as experiências prazerosas do cotidiano. Porém, no caso de uma ressonância negativa, lembranças de eventos ou atitudes infelizes como suicídios, crimes, desilusões amorosas e prejuízos infligidos aos outros, podem gerar conflitos duradouros.
Os eventos negativos marcantes são responsáveis por profundas cicatrizes psicológicas que permanecem indelevelmente gravadas na memória do espírito. Nas reencarnações subseqüentes essas reminiscências podem emergir, espontaneamente ou não, sob a forma de "flashes ideoplásticos" e o sujeito passa a manifestar queixas de mal-estar generalizado com sensações de angústia, desespero ou remorso sem causas aparentes, e até alicerçar um grupo de manifestações neuróticas.
Uma determinada situação da vida presente, pode desencadear uma “ressonância vibratória patológica” com o passado. Por exemplo, um olhar, uma jóia, uma paisagem, uma casa, um móvel ou um detalhe qualquer pode funcionar como desencadeador e a sintonia se estabelece, aparecendo então o um sintoma ou um conjunto de sintomas denominados de “ressonância vibratória”.
Quando a situação de passado for angustiosa esse passado tende a sobrepor-se ao presente. Havendo freqüência na emersão angustiosa, cria-se um estado de neurose que, com o tempo, degenera em psicopatia.
Esse quadro ainda pode ser agravado porque estados vibracionais como esses podem atrair parasitas espirituais.
Em estado “normal” uma pessoa não se recorda de vidas passadas porque o seu cérebro físico não viveu aquelas situações, e, logicamente, delas não têm registro.